Wrestling: quedas, controle e por que ele domina o MMA
O wrestling é uma das formas de luta mais antigas da humanidade e está nos Jogos Olímpicos modernos desde o começo. Não tem socos nem chutes: o objetivo é controlar o adversário, derrubá-lo e prendê-lo no chão. Parece simples, mas exige força, explosão e um condicionamento físico brutal.
Os dois estilos olímpicos
- Estilo livre: vale atacar as pernas do adversário. É o estilo das quedas duplas e simples.
- Greco-romano: só vale agarrar da cintura para cima. Favorece arremessos espetaculares e muito trabalho de pegada.
A queda dupla
É o golpe mais famoso: o lutador abaixa o nível, entra com um passo de penetração, agarra as duas pernas do adversário e o leva ao chão. Parece fácil de ver e é dificílimo de fazer bem — o tempo de entrada é tudo. Quem entra cedo demais leva um contra-ataque; quem entra tarde, não alcança.
Controle é o nome do jogo
Uma vez no chão, o wrestler trabalha para manter a posição por cima e impedir que o adversário se levante. Essa capacidade de decidir onde a luta acontece explica por que o wrestling é tão valorizado no MMA: quem derruba escolhe se a luta vai ser em pé ou no chão.
O preço: condicionamento
Treinos de wrestling são conhecidos pela intensidade. Exercícios de entrada de queda repetidos dezenas de vezes, luta de pegada em dupla e muito trabalho de perna fazem parte da rotina. Força e resistência crescem juntas.
No Victrox
Rondon, ex-lutador de feira, acredita que "quem controla o chão controla a luta — e a colheita". O wrestling dá bônus de Força e Resistência e desbloqueia a Queda do Trovão. É um estilo que perdoa pouco: exige treino pesado, então fique de olho na energia e no risco de lesão da sua rotina.

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